DOENÇAS E TRATAMENTOS

Cirurgias de Emergência

Cirurgias de urgência/emergência não tem hora para acontecer. Até mesmo aquela cirurgia que o paciente pode estar aguardando na fila para operar, com data já marcada, pode se transformar em uma cirurgia de urgência ou emergência. As mais comuns são:
Apendicite Aguda

Cirurgia mais comum em Pronto Socorro. A apendicite aguda ocorre pela obstrução do apêndice cecal (estrutura em forma de tubo que fica na transição entre intestino e cólon) levando a inflamação, proliferação de bactéria, com infecção e até perfuração se não diagnosticada e tratada a tempo.

Os sintomas variam de acordo com a localização do apêndice. O paciente pode reclamar de dor na parte baixa da barriga, geralmente mais à direita (fossa ilíaca direita) ou mesmo dor que se inicia próxima do umbigo e depois se localiza na parte mais baixa. Perda do apetite pode acontecer na maioria dos casos, náusea, vômito e febre. Em casos mais complicados pode haver aumento da frequência cardíaca, queda da pressão e confusão.

O tratamento inicial é com antibióticos e na maioria dos casos é possível fazer a cirurgia por videolaparoscopia. Em casos mais graves e difíceis pode ser que a cirurgia tenha que ser por via convencional (aberta) podendo até o paciente ter que ficar com colostomia devido a gravidade.

Na maioria das vezes, pacientes com dor aguda são atendidos pelo SUS, onda a cirurgia de urgência por vídeolaparoscopia ainda não é muito difundida. Outras vezes pacientes vão para o convênio, onde dependendo do convênio e do médico que vai operar pode ser por videolaparoscopia ou não. Nesse último caso, o paciente pode usar as dependências do hospital pelo plano de saúde e, se for da vontade do paciente, contactar seu cirurgião para operá-lo da maneira que for indicada e combinada entre os dois.

O período pós operatório depende da via da cirurgia (aberta ou vídeo), do grau de complicação da doença e das condições do paciente. Geralmente o uso do antibiótico se estende caso o paciente vá de alta em poucos dias, ou tenha que permanecer mais dias internado para completar o tempo de antibiótico. Quanto maior a incisão (corte) maior o cuidado e tempo de repouso para retorno às atividades, além do cuidado com limpeza para evitar infecção local.

Colecistite Aguda

A colecistite aguda é outra doença bastante comum no pronto socorro. A cirurgia eletiva (agendada) para retirada da vesícula, por pedras na vesícula (colelitíase), é uma das mais realizadas hoje em dia. Porém, muito pacientes acabando tendo inflamação aguda antes de chegar sua vez na cirurgia. 

A pedra pode obstruir a saída da vesícula comprimido a estrutura em volta, gerando grande inflamação e, se não tratada a tempo pode complicar com infecção grave e perfuração. O deslocamento da pedra pode obstruir o canal que leva a bile ao intestino (coledocolitíase) deixando a pessoa amarela (ictérica). Nesse caso, além da cirurgia, é necessário outro procedimento antes, durante ou após, para complementar o tratamento, retirando as pedras desse canal.

Na maioria das vezes, pacientes com dor aguda são atendidos pelo SUS, onde a cirurgia de urgência por videolaparoscopia ainda não é muito difundida. Outras vezes pacientes vão para o convênio, onde dependendo do convênio e do médico que vai operar pode ser por videolaparoscopia ou não. Nesse último caso, o paciente pode usar as dependências do hospital pelo plano de saúde e, se for da vontade do paciente, contactar seu cirurgião para operá-lo da maneira que for indicada e combinada entre os dois.

O período pós operatório depende da via da cirurgia (aberta ou vídeo), do grau de complicação da doença e das condições do paciente. Geralmente o uso do antibiótico se estende caso o paciente vá de alta em poucos dias, ou tenha que permanecer mais dias internado para completar o tempo de antibiótico. 

Quanto maior a incisão (corte) maior o cuidado e tempo de repouso para retorno às atividades, além do cuidado com limpeza para evitar infecção local.

Diverticulite Aguda

 

O cólon (intestino grosso) pode apresentar pequenos “sacos” que são projeções da mucosa/submucosa do cólon que podem inflamar, infectar, sangrar e até perfurar. Existem pacientes que nunca vão ter sintomas ou nem saberão que têm divertículos, mas muito acabam tendo problemas.

A doença aguda pode se manifestar como inflamação, levando a dor, alteração do hábito intestinal, febre e até vômitos. A inflamação local pode evoluir para infecção, formando abscessos (acúmulo de pus) que pode se espalhar por todo abdome e até furar (complicação mais grave). Em outras situações pode haver sangramento grave, necessitando de transfusão e até cirurgia para casos em que o sangramento não pode ser contido por medicamentos.

Diante desse quadro, o tratamento inicial se faz com antibioticoterapia pela veia e cirurgia. Na maioria das vezes, pacientes com dor aguda são atendidos pelo SUS, onda a cirurgia de urgência por videolaparoscopia ainda não é muito difundida. Outras vezes pacientes vão para o convênio, onde dependendo do convênio e do médico que vai operar pode ser por videolaparoscopia ou não. Nesse último caso, o paciente pode usar as dependências do hospital pelo plano de saúde e, se for da vontade do paciente, contactar seu cirurgião para operá-lo da maneira que for indicada e combinada entre os dois.

O período pós operatório depende da via da cirurgia (aberta ou vídeo), do grau de complicação da doença e das condições do paciente. Geralmente o uso do antibiótico se estende caso o paciente vá de alta em poucos dias, ou tenha que permanecer mais dias internado para completar o tempo de antibiótico. 

Quanto maior a incisão (corte) maior o cuidado e tempo de repouso para retorno às atividades, além do cuidado com limpeza para evitar infecção local.

Obstrução Intestinal

 

Existem várias causas para obstrução do intestino. As mais comuns são bridas/aderências, que ocorrem quando uma pessoa já foi operada e como resultado na cirurgia o intestino acaba “colando” uns aos outros, podendo obstruir em algum momento. Outras causas incluem tumores colorretais, hérnias que encarceram (travam e não voltam), fecaloma (fezes endurecidas) e até corpo estranho (objetos).

O paciente, sem evacuar nem soltar flatos, pode começar a vomitar, perde o apetite e ter distensão abdominal (barriga inchada). 

Diante desse quadro, o tratamento inicial se faz com antibioticoterapia pela veia e cirurgia. Na maioria das vezes, pacientes com dor aguda são atendidos pelo SUS, onde a cirurgia de urgência por videolaparoscopia ainda não é muito difundida. Outras vezes pacientes vão para o convênio, onde dependendo do convênio e do médico que vai operar pode ser por videolaparoscopia ou não. Nesse último caso, o paciente pode usar as dependências do hospital pelo plano de saúde e, se for da vontade do paciente, contactar seu cirurgião para operá-lo da maneira que for indicada e combinada entre os dois. Porém, apenas alguns casos de obstrução com distensão localizada podem e devem ser operados por vídeo, sendo necessário uma avaliação de um cirurgião na hora da decisão da via.

O período pós operatório depende da via da cirurgia (aberta ou vídeo), do grau de complicação da doença e das condições do paciente. Geralmente o uso do antibiótico se estende caso o paciente vá de alta em poucos dias, ou tenha que permanecer mais dias internado para completar o tempo de antibiótico. 

Quanto maior a incisão (corte) maior o cuidado e tempo de repouso para retorno às atividades, além do cuidado com limpeza para evitar infecção local.

Úlcera Perfurada

 

Pacientes com alteração da acidez do estômago, uso de anti-inflamatório por tempo prolongado ou infecção por bactéria específica pode ter gastrite grave causando perfuração do estômago ou duodeno. Perfurado estômago e duodeno acabam tendo as secreções jogadas na cavidade abdominal, irritando os órgãos a sua volta. Isso causa, dor abdominal, bastante irritação, rigidez do abdome, vômito, náusea e mal estar.

Geralmente pacientes tabagistas e com uso muito frequente de álcool tem risco mais elevado, porém, dependendo da causa, pode acometer qualquer idade e hábito.

Na maioria das vezes, pacientes com dor aguda são atendidos pelo SUS, onde a cirurgia de urgência por videolaparoscopia ainda não é muito difundida. Outras vezes pacientes vão para o convênio, onde dependendo do convênio e do médico que vai operar pode ser por videolaparoscopia ou não. Nesse último caso, o paciente pode usar as dependências do hospital pelo plano de saúde e, se for da vontade do paciente, contactar seu cirurgião para operá-lo da maneira que for indicada e combinada entre os dois.

O período pós operatório depende da via da cirurgia (aberta ou vídeo), do grau de complicação da doença e das condições do paciente. Geralmente o uso do antibiótico se estende caso o paciente vá de alta em poucos dias, ou tenha que permanecer mais dias internado para completar o tempo de antibiótico. 

Quanto maior a incisão (corte) maior o cuidado e tempo de repouso para retorno às atividades, além do cuidado com limpeza para evitar infecção local.

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